sexta-feira, 11 de outubro de 2013

8º ano

Há, a, à

Diferenças:

há -  Verbo haver. Usamos quando queremos usar como verbo impessoal, geralmente na 3ª pessoa, no sentido de existir, ou tempo transcorrido.

Ex.:
Há vários alunos na lista de chamada que estão com falta.

Há oito anos estudo línguas.(Faz/passado)


a - artigo definido, noção de: distância, tempo futuro, modo.

Ex.:

A aluna saiu cedo.

Ibirubá está a apenas 10 km de Arroio Grande.

Irei daqui a pouco.

Este terno foi lavado a seco.


à - a + a (fusão da preposição “a” com o artigo definido “a”). Usado somente antes de palavras femininas, que aceitam o artigo “a”.

Ex.: Fui a + a feira. = Fui à feira.




segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Alunos do 7º e 8º anos da EMEF Aníbal Magni visitam Mundo da Leitura

Atividade interativa - "Cabelo: expressão e identidade"

Fotos Tiradas em Mundo da Leitura
Após assistir à prática leitora "Cabelo: expressão e identidade", os alunos participam de uma atividade interativa com perucas, onde são conduzidos a analisar a identidade expressada pelo seu cabelo natural e as mudanças observadas com o uso da peruca.









Minha escola lê



Alunos de 6º ano a 8ª série da EMEF Aníbal Magni participaram do projeto “Minha escola lê”. Esse projeto que acontece em todo o país é destinado a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas e envolve a leitura, a discussão dos temas e a criação de textos a partir de um livro do autor Laé de Souza. A ideia foi atrair todos os estudantes para uma participação ativa em um movimento literário na escola. Foram desenvolvidas atividades com a leitura do livro "Espiando o mundo pela fechadura", na disciplina de Língua Portuguesa, sob a coordenação da professora Justina Ubessi Lagemann.
Após a leitura e o desenvolvimento das atividades sugeridas, os alunos responderam a um questionário sobre a obra e elaboraram textos baseados nas crônicas e nas personagens. Nesta primeira fase, as estudantes Renata Seibel (8º ano), Adriana Maldaner e Beatriz da Cruz (8ª série) tiveram seus textos selecionados como melhores trabalhos e foram contempladas com outro livro de Laé de Souza, além de um certificado. As jovens autoras continuam participando do projeto e concorrem à inserção do seu texto na coletânea "As melhores crônicas dos projetos de leitura – Volume 5", cuja publicação ocorrerá até meados de novembro/2013.

Em breve os textos selecionados.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

6º Ano - substantivos coletivos

Principais Substantivos e Suas Formas Coletivas:

abelha - enxame, cortiço, colmeia;
abutre - bando;
acompanhante - comitiva, cortejo, séquito;
alho - (quando entrelaçados) réstia, enfiada, cambada;
aluno - classe;
amigo - (quando em assembleia) tertúlia;
animal - (em geral) piara, pandilha, (todos de uma região) fauna, (manada de cavalgaduras) récua, récova, (de carga) tropa, (de carga, menos de 10) lote, (de raça, para reprodução) plantel, (ferozes ou selvagens) alcateia;
anjo - chusma, coro, falange, legião, teoria;
apetrecho - (quando de profissionais) ferramenta, instrumental;
aplaudidor - (quando pagos) claque;
arcabuzeiro - batalhão, manga, regimento;
argumento - carrada, monte, montão, multidão;
arma - (quando tomadas dos inimigos) troféu;
arroz - batelada;
artista - (quando trabalham juntos) companhia, elenco;
árvore - (quando em linha) alameda, carreira, rua, souto, (quando constituem maciço) arvoredo, bosque, (quando altas, de troncos retos a aparentar parque artificial) malhada;
asneira - acervo, chorrilho, enfiada, monte;
asno - manada, récova, récua;
assassino - choldra, choldraboldra;
assistente - assistência;
astro - (quando reunidos a outros do mesmo grupo) constelação;
ator - elenco;
autógrafo - (quando em lista especial de coleção) álbum;
ave - (quando em grande quantidade) bando, nuvem;
avião - esquadrão, esquadra, esquadrilha;
bala - saraiva, saraivada;
bandoleiro - caterva, corja, horda, malta, súcia, turba;
bêbado - corja, súcia, farândola;
boi - boiada, abesana, armento, cingel, jugada, jugo, junta, manada, rebanho, tropa;
bomba - bateria;
borboleta - boana, panapaná;
botão - (de qualquer peça de vestuário) abotoadura, (quando em fileira) carreira;
burro - (em geral) lote, manada, récua, tropa, (quando carregado) comboio;
busto - (quando em coleção) galeria;


O substantivo coletivo é um substantivo comum que, mesmo no singular indica um agrupamento, multiplicidade de seres de uma mesma espécie.
Vejamos alguns substantivos coletivos:
Substantivos Coletivos
AlcatéiaDe lobos
ArquipélagoDe ilhas
BancaDe examinadores
BandoDe aves, de ciganos, de malfeitores
CáfilaDe camelos
CancioneiroConjunto de canções, de poesias líricas
CardumeDe peixes
ChusmaDe gente, de pessoas
CorjaDe vadios, de tratantes, de velhacos, de ladrões
ElencoDe Atores
FarândolaDe ladrões, de desordeiros, de assassinos, de maltrapilhos, de vadios
FeixeDe lenha, de capim
GirândolaDe foguetes
JuntaDe bois, de médicos, de credores, de examinadores
MagoteDe pessoas, de coisas
ManadaDe bois, de búfalos, de elefantes
MatulaDe vadios, de desordeiros
MolhoDe chaves, de verdura
NinhadaDe pintos
QuadrilhaDe ladrões, de bandidos
RamalheteDe flores
RécuaDe bestas de carga
RodaDe pessoas
TalhaDe lenha
VaraDe porcos
ArmentoDe gado grande: bois, búfalos
AtilhoDe espigas
BandaDe músicos
Cacho(de bananas, de uvas)
CambadaDe malandros
CaravanaDe viajantes, de peregrinos, de estudantes
CholdraDe assassinos, de malandros, de malfeitores
ConstelaçãoDe estrelas
CoroDe anjos, de cantores
FalangeDe soldados, de anjos
FatoDe cabras
FrotaDe navios mercantes, de autocarros
HordaDe povos selvagens nômades, de desordeiros, de aventureiros, de bandidos, de invasores
LegiãoDe soldados, de demônios
MaltaDe desordeiros
MatilhaDe cães de caça
De gente
MultidãoDe pessoas
PlêiadeDe poetas, de artistas
RomanceiroConjunto de poesias narrativas
RebanhoDe ovelhas
RéstiaDe cebolas, de alhos
SúciaDe velhacos, de desonestos
TropaDe muares

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

7º Ano - dicas

DICAS PARA O MINI TESTE - 7º ano

Turma, atenção para as preposições: a , ante, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, per, perante, por, sob, sobre, sem, tras.


As preposições juntam-se ao artigo e a alguns pronomes, formando uma só palavra.
Essa união pode realizar-se de duas maneiras: por contração ou por combinação.

Por combinação:
  • Tem-se combinação quando a preposição, ao se unir a outra palavra, mantém todos os seus fonemas.
Ex.: a + o = ao

Por contração:
  • Tem-se contração quando a preposição, ao se unir a outra palavra sofre modificações em sua estrutura.
Ex.: 
em + a = na
em + esta = nesta
de + aquele = daquele
por + a = pela
de + a = da
de + os = dos

CAI NA PROVA
Uma preposição pode apresentar diferentes sentidos: material de que algo é feito, conteúdo, lugar, tempo, finalidade, meio, companhia etc. Identifique o valor semântico das preposições em destaque:


a)      Naquela casa morava uma família sem condições financeiras. LUGAR

Esclarecimento



Pessoal, as atividades postadas neste blog são retiradas de outros blogs, páginas da internet, livros pedagógicos de autores diversos. 
Não estou colocando referencial bibliográfico, mas gostaria que todos soubessem que essas atividades não são de minha autoria, apenas uso-as para enriquecer a aprendizagem dos meus alunos.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

8ª Série


Queridos(as) Alunos(as), já vimos como as palavras se formam pelo processo de derivação.
Agora estudaremos a formação das palavras pelo processo de Composição. 

Sabemos que uma das maneiras de estudarmos é copiando no caderno, então vamos lá, mãos à obra, ou melhor à caneta e ao caderno.

Composição: novas palavras são formadas a partir da união de duas ou mais palavras ou radicais. Esse processo pode ocorrer de duas maneiras diferentes:

  • Por justaposição: as palavras não sofrem alterações na pronúncia (fonética-som).
Ex.:   couve + flor = couve-flor
          ponta + pé = pontapé
  • Por aglutinação: as palavras ou radicais sofrem alterações em sua pronúncia (fonética) e em sua grafia.
Ex: petra + óleo = petróleo
      água + ardente = aguardente


VAMOS PRATICAR!!!


1) Copie a alternativa em que as palavras são formadas por derivação regressiva, derivação parassintética e composição por aglutinação, respectivamente.
a) neurose, infelizmente, pseudônimo;
b) ajuste, aguardente, arco-íris;
c) amostra, alinhar, girassol;
d) corte, emudecer, outrora;
e) pesca, deslealdade, vinagre.

2) Numere as palavras da primeira coluna conforme os processos de formação numerados à direita. Em seguida, escreva à sequência numérica encontrada:



( ) outrora                            (1) justaposição
( ) a caça                            (2) aglutinação
( ) pontapé                          (3) parassíntese
( ) planalto                           (4) derivação prefixal
( ) anoitecer                        (5) derivação regressiva.
( ) transcontinental

Sequência numérica: _____________________________

3) Quanto à formação, como se classifica a palavra "Saldomar"?


4) Identifique a que classe gramatical pertencem as palavras que formam "Saldomar". 
(Ex.: verbo, substantivo, adjetivo, preposição, pronomes....)

5) Leia este texto: 

Por que os gagos conseguem cantar normalmente? 

           Porque o texto e o ritmo da canção já estão memorizados por eles. Assim, o gago não sofre tanto com a expectativa de que vá errar ou não ser entendido pelas outras pessoas a seu redor. Ele não precisa se preocupar com a elaboração do discurso, nem com a reação de quem ouve, e canta com facilidade. 
(Marcelo Duarte. O guia dos curiosos – Língua Portuguesa. São Paulo, 2003. P.80) 

a) Indique o que as desinências destacadas nos nomes e nos verbos a seguir informam. 
Veja o exemplo:

Ex: memorizad   s: gênero (masculino) e número (plural)

Gag  o:                                               Pessoa   s:                                                       Precisa va m:
Outr a s:                                             Cant a

6) Copie a palavra onde existe desinência de gênero:

a) segredo
b) curiosidade
c) força
d) verbo
e) alheia

7) Leia o refrão da música “Cabelo”, de Jorge Ben Jor e Arnaldo Antunes. Agora, procure responder ao que se pede:

Cabelo, cabeleira
Cabeluda, descabela
Cabelo, cabeleira
Cabeluda, descabelada...

                                                                  Disponível em: http://letras.terra.com.br/jorge-ben-jor/86143/

a) Entre os elementos que formam a estrutura de uma palavra, há um elemento comum a vários vocábulos, denominado de radical. Identifique-o no fragmento em questão.

b) Percebemos que a partir desse mesmo radical alguns elementos a ele se juntaram, formando novas palavras. Copie uma palavra que foi formada pelo processo de derivação parassintética.



  • " Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado."

domingo, 4 de agosto de 2013

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Minha página inicial



Aos amigos, alunos e visitantes em geral, desejo que todos sejam bem-vindos e que possamos usar este espaço para compartilhar saberes. 

Um grande abraço a todos!

Artigo




As características de um ambiente enriquecedor ou não, bem como com outros fatores orgânicos, psicológicos e sociais, têm demonstrado o favorecimento ou desfavorecimento no desenvolvimento da aptidão para a aprendizagem escolar. Assim também as características individuais, como modo de agir, de pensar e de sentir, valores, conhecimentos, visão de mundo, entre outras, dependem da interação do ser humano com o meio físico e social.

Um ambiente estimulador que vem ao encontro de expectativas e interesses do ser humano, que valorize a sua história, a sua vivência, que reforce a sua essência de ser é muito importante para o desenvolvimento infantil.

Sobre esse aspecto, Vygotsky (1991) ressalta que os fatores biológicos têm preponderância sobre os sociais somente no início da vida da criança. Aos poucos, as interações com seu grupo social e com os objetivos de sua cultura passam a governar o comportamento e o desenvolvimento de seu pensamento.

Um pai, por exemplo, ao passear com seu filho de aproximadamente dois anos, costuma chamar a atenção para todas as motos que vão encontrando no caminho. Vai mostrando as motos, fala o nome, marca e faz outros tipos de comentários. Mais tarde, em outras ocasiões essa criança demonstra o quanto incorporou das informações que recebeu, brincando na escola, nomeia com desenvoltura as motos de brinquedo.

Isso pode surpreender aos adultos que costumam julgar esta atitude como um sinal de perspicácia ou inteligência inata da criança. No entanto, pode-se interpretar esse fato como evidência de que as conquistas individuais resultam de um processo compartilhado.

Para Rego (1999, p.76) o “desenvolvimento e a aprendizagem estão inter-relacionados desde o nascimento da criança”. Seu cotidiano, o modo de observar, experimentar, imitar e receber instruções das pessoas mais experientes de sua cultura motiva a criança a aprender, a fazer perguntas e também a obter respostas para uma série de questões. As crianças obtêm e desenvolvem a linguagem tanto oral como escrita de acordo com o contexto a que estão expostas, o qual precisa envolver uma comunicação em que a linguagem tenha algum significado.

Se os assuntos discutidos nesse meio despertarem a atenção e o interesse, a criança, então, progredirá de forma satisfatória no uso da linguagem e no aprendizado em geral. Conforme Kato (2002), a forma de interação entre os adultos e as crianças, em um primeiro momento, não possui características didáticas, o que facilita a expansão dos tópicos conversacionais e enriquece o vocabulário da criança, o que faz com ela se motive e desenvolva a linguagem.

O desenvolvimento humano deve ser compreendido como a decorrência não de fatores isolados que amadurecem, tampouco de fatores ambientais que agem sobre o organismo, controlando seu comportamento, mas sim, de trocas recíprocas, que se estabelecem durante toda a vida entre indivíduo e meio, cada aspecto implicando sobre o outro.

O meio influencia diretamente no aprendizado. Kato (2002) reforça essa afirmativa e cita o exemplo de um educando que vai melhorando sua escrita em momentos sucessivos de produção, quanto mais desenvolver o pensamento e a imaginação, mais vai escrever. Então, se estiver sujeito ao contato com a leitura desde pequeno, quando lhe são contadas histórias, receber incentivo de criar e registrar momentos, mesmo que fantasiosos, desenvolverá aptidões para escrever bem e de forma coerente.

A família é a base primordial para que se estabeleça o aprendizado. Em consonância a esse assunto, Luria (2001) expõe a ideia de que o desenvolvimento da linguagem na criança não acontece pela reprodução de sons que ela emite, quando é ainda muito pequena, mas sim pela assimilação do som verbal que o adulto produz.

Conversando com as pessoas, a criança verá, a cada instante, seus pensamentos aprovados ou contrariados e descobrirá um mundo imenso de pensamentos diferentes dos seus, levando-a a modificar e/ou aprimorar seu modo de pensar.

O aprendizado é o processo fundamental para a construção do ser humano. O desenvolvimento da espécie humana, e do indivíduo dessa espécie está baseado na aprendizagem, que, para Vygotsky (1991), sempre envolve a interferência, direta ou indireta, de outros indivíduos e a reconstrução pessoal da experiência e dos significados.

 


REFERÊNCIAS


KATO, Mary Aizawa (Org.). A concepção da escrita pela criança. 3. ed. Campinas, SP: Pontes, 2002.

LURIA, Alexandr Romanovich. Pensamento e linguagem: as últimas conferências de Luria. Alexandr Romanovich Luria. Trad. Diana Myriam Lichtenstein e Mário Corso. Superv. Sérgio Spritzer. 2ª reimpressão. Porto Alegre: Artmed, 2001.

REGO, Teresa.  Uma perspectiva histórica – cultural da educação. 7. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.

VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. Tradução José Cipolla Neto, et al. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.



Justina Ubessi Lagemann

Especialista em Linguística e Ensino de Línguas